Branding X Design

Branding e Design são dois conceitos que constantemente são confundidos no mercado e-commerce e podem influenciar os Fatores que geram consumo. Algumas agências de design passam para o mercado ideias distorcidas do conceito de branding dificultando a compreensão da verdadeira importância e necessidade desse item para empresas.

Sendo assim, branding trata-se de um conjunto de ferramentas de marketing e comunicação voltados à construção e gestão estratégica de marcas, enquanto design é ferramenta de comunicação e marketing que, através de traços, cores e formas cria identidade visual para empresas, produtos e serviços.

Portanto, design é uma ferramenta de suma importância dentro do branding. É ele quem concretiza toda a imagem e posicionamento da marca. Cabe aos profissionais criarem produtos que sejam mais que simples identidades visuais e embalagens para aderir o conceito de branding. Desta forma, o branding que irá construir e decidir a imagem e posicionamento proposto para a marca, deixando a responsabilidade para o design de passá-las de forma atraente, clara e tangível aos diversos públicos.

Atualmente, onde a maioria dos mercados segue em direção a comoditização, cada vez mais o design se torna um diferencial competitivo e atrativo.

O bom design precisa conhecer o posicionamento da marca e saber como se diferenciar de forma competitiva e atrativa.

Fonte: Site Webinsider

 

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A opinião dos consumidores no mundo virtual

A multinacional TNS é especializada em pesquisas do mercado online e realiza vários estudos que envolvem a opinião do consumidor. Seu último estudo, consistiu em avaliar informações Digital Life, baseando-se no Comportamento do Consumidor no universo virtual.

No Brasil, 45% dos consumidores confiam no que seus amigos escrevem sobre marcas nas mídias online e 32% deles consideram relevantes mesmo a opinião de consumidores desconhecidos. Ainda, 47% dos entrevistados também colocou já algum comentário sobre marcas na internet. Nesse grupo, 44% coloca o interesse em ajudar outros consumidores como principal motivação para esses comentários. Vêm a seguir, nesse ranking, o desejo de compartilhar informações com 31%,  enquanto 13% quiseram elogiar marcas e 12% fizeram algum tipo de reclamação. 

E, em quaisquer etapas desse processo, e em todas as categorias de mercado, os consumidores brasileiros já utilizam mais fontes de informação online do que off-line respectivamente, médias de 2,9 e 1,9 fontes de informação, no processo das decisões relativas a suas compras. Sobre essa afirmativa, o responsável pelo Digital Life na América Latina, Juan Londono, coloca que “É inquestionável a importância da web para a decisão de compra dos consumidores, até mesmo para categorias em que não há envolvimento direto com o mundo digital, como remédios sem prescrição e produtos de higiene pessoal”. Para ele, as empresas precisam hoje mapear quem são os consumidores mais influentes dos mercados nos quais atuam, e esforçar-se para engajá-lo. “Por outro lado, elas não devem negligenciar seus canais de geração de conteúdos, como website e canais do YouTube, entre outros, pois essas continuam como as fontes de informação mais consultadas. O desafio está em entender como criar links pertinentes entre ambos os tipos de conteúdos”, completa Londono. 

O estudo incluiu globalmente 72 mil entrevistas em sessenta países e no Brasil foram realizadas duas mil entrevistas. 

Fonte: site Proxxima

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Estratégia inteligente de marketing

Mudança de frequência pode ser uma excelente estratégia de marketing para incentivar as Motivações do Consumidor. Na atualidade grandes empresas têm como lema o uso de criatividade, inovação e planejamento, descartando a ideia de que é preciso impor para vender.

Tendo como exemplo lançamento do Macintosh, a Apple simplesmente fez um comercial  totalmente diferente,  falou em outra frequência de vender computador, falou das qualidades do produto sem precisar provar ou convencer o consumidor,  enquanto  a concorrência correu atrás do prejuízo.

Mais de vinte anos depois, a Motorola se utilizou dessa estratégia para promover seu tablet, o Motorola Xoom e, um pouco depois, a Samsung fez o mesmo para o lançamento do Galaxy S2.

Por mais que uma ideia já exista no mercado de marketing, um bom estrategista pode transformá-la em um novo discurso criativo e original para chamar a atenção do consumidor. Desta forma, na captação de consumidores, através de uma ação de marketing, o importante é destacar-se pela inovação, ser diferente na multidão.

Fonte: Site Webinsider.

 

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Saiba como beneficiar sua loja virtual através do crescimento econômico brasileiro

A valorização do Real está proporcionando um bom momento econômico para o Brasil e no dia 28 de fevereiro de 2012, foi divulgado que a população deverá atingir o total de R$ 1,3 trilhão  em consumo, segundo previsão do Ibope Inteligência por meio da ferramenta de pesquisa Pyxis Consumo. O índice aponta um crescimento de 13,5% em comparação a 2011 e o valor deve ser equivalente a 30% do Produto Interno Bruto brasileiro (PIB).

Para o mercado e-commerce essa é uma grande oportunidade de lucro onde o empreendedor precisa de uma estratégia que possibilite que ele se diferenciei de seus  concorrentes.

O marketing é o método estratégico utilizado no e-commerce, para atingir as Motivações do Consumidor qualificando e destacando qualquer serviço na internet. Muitas empresas fazem ações digitais, utilizam serviços de agências de publicidade, fazem e-mail marketing ou vídeo institucional, mas nem sempre de forma inteligente e eficiente.

Para tanto, foram listadas oito dicas neste post, que podem ajudar empresas de todos os mercados a crescerem na economia mundial.

Primeira dica. Aceite que você não é obrigado a contratar ninguém, mas também aceite: assim como chamou um contador, um administrador, um gerente, um advogado, um engenheiro, um operador de torno CNC, contratou uma boa empresa de segurança, de limpeza, você deve, sim, chamar um profissional de marketing. Pode ser uma agência de propaganda ou pode ser um marketeiro de alma, experiente como todos os outros excelentes funcionários que trabalham para você.

Segunda dica. Desconfie sempre do pilha-fraca. Explico: é aquele que vem lhe atender com síndrome do miojo (joga água quente e come), já vem com tudo pronto na cabeça, cheio demarketês complicados e que você nunca ouviu e, se ouviu, não sabe para que serve; às vezes, nem o pilha-fraca sabe. Escolha aquele que, além de você poder bancá-lo, queira fazer acontecer, com vontade, com ideias boas de verdade, mas factíveis.

Dica 3. Não se preocupe tanto com o custo. Tudo tem um preço na vida. Mas negocie porque a concorrência no marketing é monstruosa, acerte uma forma adequada de pagamento dos honorários do profissional que tanto pode ser mensal quanto por demanda.

Dica 4. Envolva-se o quanto puder no processo de troca de informações da sua empresa, mercado, produto, serviço, ao profissional de marketing; quanto mais informações melhor o plano de marketing, melhores ideias e, consequentemente, melhores resultados. Cobre resultados, mas volto a dizer: não existe mágica! Fazer aquelas ações a granel para daqui a 15 dias ou um mês querer colher não existe mesmo. Investe um pouco, colhe um pouco; investe mais, colhe mais. Se a ideia for ruim e mal executada, nem inserção no Jornal Nacional garante resultado, mas vai lhe custar milhões de reais!

Dica 5. O que funciona para uma empresa não é receita de bolo e talvez não seja o ideal para a sua. Nem tanto ao céu, nem tanto à terra. Não há receita para fazer só ações offline ou online, talvez o ideal seja trabalhar sempre com ambas, conforme o seu orçamento, conforme o plano estabelecido, conforme o prazo; confie no profissional. Têm profissionais que ficam seduzidos por uma ferramenta ou ideia e tentam de todas as formas provar que ela é a única bola da vez. Não é verdade. O cartão de visita da sua empresa tem que ser o melhor possível e o e-commerce também! O folheto funciona e a propaganda na TV também! Panfleto é bom e e-mail marketing também.

Dica 6. Inspire o profissional de marketing para que ele vista a camisa da empresa e cresça junto com ela, afinal de contas, falamos de fidelizar clientes e você é o cliente dele.

Dica 7. Faça os seus funcionários participarem do processo desta nova cultura de marketing da empresa. Apesar de você, às vezes, pensar o contrário, os funcionários conhecem muito bem a sua empresa, de um ângulo que nem você conhece. Ninguém quer trabalhar em um lugar onde não há chance de crescer; está bem, tem aquele que só quer fazer o feijão com arroz, bater ponto, receber e se aposentar. É o tipo de funcionário pilha-fraca também. Mas tem o que veste a camisa, tem ideias! Seja parceiro desses funcionários, junte-os com o profissional do marketing e depois premie as melhores ideias e que renderam mais resultados. Um incentivozinho é sempre bem-vindo, não é mesmo? Todo ser humano gosta!

A última dica. Aplique sempre na sua empresa os 10 P´s do Marketing – até o 4º P é obra do marqueteiro McCarthy, os outros são meus.

·         Produto;

·         Preço;

·         Promoção;

·         Ponto de venda;

·         Pense muito (assim que surgem as ideias);

·         Profissionalize-se (delegue para quem pode fazer mais e melhor);

·         Produza mais e melhor (se produzir mais, terá que vender mais);

·         Projete o futuro (o aqui e o agora passam rápido);

·         Pense mais (tem muita gente que depende disso);

Fonte: Site Webinsider.

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Aspectos interessantes para investimento no e-commerce

A comercialização e promoção de produtos na internet consagraram-se por eficiência, projetando em 2011 uma movimentação de 20 bilhões de reais podendo concentrar-se em torno de 10% de volume investido em publicidade, é o que informa o IAB.

Para acompanhar esse crescimento, os novos investidores e-commerce precisam tomar iniciativas de criação de e-mail marketing e campanhas que validem cada centavo gasto.

Para potencializar o desempenho e consequentemente melhorar o ROI das campanhas online existem alguns aspectos que ajudam no crescimento de resultados. São ele:

1. Diversificação

Não há um ambiente mais propício que a internet para diversificar, ir além do trivial e apostar em novos produtos e novas formas de interagir com o público-alvo. Portanto, está na hora de “alongar a cauda” e aumentar a variedade de produtos e serviços oferecidos, para multiplicar as chances de sucesso de cada ação. Nada de concentrar todos os esforços somente em um produto ou canal de Motivação do Consumidor.

2. Cross-Selling e Up-Selling

Quem comprou um, pode comprar dois. Ações de Cross-Selling e Up-Selling estreitam o vínculo com a base de consumidores, aumentam a visibilidade dos produtos oferecidos e trazem mais conveniência ao cliente, pois permitem oferecer o que talvez nem ele mesmo imaginasse precisar.

3. Agradeça e incentive

Quando o assunto são as ações de e-mail marketing, nada mais importante do que reforçar o apreço de sua empresa pelos usuários que, voluntariamente, optaram por receber as mensagens que ela envia.

Para os novos usuários, apostar na “thank you strategy” e oferecer um agrado logo após o cadastramento ajuda a sedimentar o vínculo. O mesmo

se aplica à base de cadastros ativos, que também precisa ser contemplada com ofertas especiais, descontos e conteúdos exclusivos permanentemente.

E por que não voltar as atenções para quem (aparentemente) não está mais com sua empresa? Os incentivos podem ser uma forma eficaz de reativar contatos inativos ou, no caso dos serviços de e-commerce, recuperar os carrinhos de quem desistiu da compra.

4. Impulsionar o “call to action”

Quanto mais ação, mais reação, ou seja: mais compras, mais vendas, mais resultados. Portanto, seja no site, seja nas mensagens de e-mail marketing, é importante estimular o “call to action”, por meio de imagens, links ou outros mecanismos que incentivem a interação e o maior número de cliques por parte do usuário.

Veja o que agrada ao seu público-alvo e não economize na criatividade.

5. A web é móvel

A prática do mobile advertising no Brasil ainda é tímida. No entanto, mais de 19 milhões de brasileiros acessam a internet pelo celular, número que só tende a aumentar nos próximos anos.

Encontrar formas eficazes de dialogar com o consumidor (e mensurar resultados) no ambiente móvel é pré-requisito para quem deseja assumir a linha de frente e tirar o melhor proveito desse mercado. Não deixe para a última hora. 

 

Fonte: Site Websinder

 

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Estratégia de Nudge para persuasão

Estudos de psicologia econômica e economia comportamental afirmam que o consumidor precisa ser estimulado a tomar decisões no consumo, necessitando de modificações nas estratégias relacionadas à preservação ambiental ou causas humanitárias.

A professora Vera Rita de Mello Ferreira, pesquisou uma nova metodologia chamada Nudge que consiste em estimular o consumidor a fazer suas escolhas e coloca-las em prática.

Em sua Pesquisa do Consumidor  Vera defende que o consumidor não faz escolhas adequadas porque não tem as oportunidades que precisa, feedback ou encorajamento necessário para fazer escolhas intertemporais, como abrir mão de uma facilidade individual no presente em troca de um benefício futuro para a coletividade.  

Um exemplo bem singelo de nudge é a política de doação de órgãos. Se o esquema fosse: todos os que querem doar devessem se manifestar para deixar isso claro, a adesão seria muito menor. Mas o sistema vigente leva em conta a tendência de o indivíduo agir por inércia, ou seja, todos são doadores a não ser que se manifestem ao contrário.

Mas, no campo ambiental, comumente existe um conflito de interesses: muitas vezes o individuo precisa se sacrificar (exemplo: deixar de usar sacolinha plástica) para a coletividade toda ganhar (haver menos resíduos impactando o ambiente). Outra grande dificuldade de se tomar a melhor escolha nessa área é o fato de não haver um deadline, um prazo determinado para a "catástrofe". Como os impactos são diluídos no tempo, a tendência de postergação fala mais alto. Isso ainda se soma a um agravante: não há tantas oportunidades de se aprender por tentativa e erro. Decisões erradas podem comprometer o cenário ambiental para sempre, de modo irreversível.

Essas três situações mostram como, políticas de nudge se tornam ainda mais necessárias no campo ambiental.

Mas, saber que o consumidor não sabe fazer a melhor escolha não acabaria por levar à desmobilização e põe por terra os esforços voltados à educação ambiental e a campanhas de conscientização? Vera diz que existe uma combinação de abordagens, ou seja, combinar a "arquitetura de escolha" com discussões com o próprio público-alvo que vai receber os nudges, para que sejam construídos coletivamente.

A professora lembra que o nudge já existe o tempo todo: publicidade, marketing, políticas publicas e muitos serviços, públicos ou privados, já nos induzem permanentemente – e nem sempre para o bem. Por exemplo, um serviço de atendimento que deixa o cliente pendurado no telefone é um nudge poderoso que influencia na desistência da ligação.

Fonte: Site Terra Magazine.

 

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Redes sociais são como um novo ponto de referência para empresas que buscam bons profissionais

Uma empresa especializada em Pesquisa de Marketing, a Eurocom Worldwide, realizou uma pesquisa que comprova que uma em cada cinco empresas de tecnologia rejeita candidatos à vagas  por causa de dados do perfil do candidato, em mídias sociais .

O estudo é anual e já havia informado anteriormente que 40% das companhias participantes checavam as redes sociais de quem tentava ingressar, mas esta é a primeira vez que foi confirmada a rejeição de candidatos por sua identidade online.

“O homem do século 21 está aprendendo que cada ação deixa um incrível rastro digital. Nos próximos anos, muitos de nós seremos desafiados pelo que tornamos público em vários fóruns sociais hoje”, disse Mads Christensen, diretor de redes na Eurocom Worldwide.“O fato de um em cada cinco candidatos ser desqualificado de uma entrevista de trabalho por conta de seus conteúdos sociais é um aviso às empresas e um verdadeiro indicativo da realidade digital em que vivemos agora”. 

Desta forma, os novos profissionais precisam ficar atentos ao conteúdo de suas páginas no Facebook, por exemplo, evitando pré-julgamentos da empresa que se quer trabalhar.  Cada vez mais os candidatos são valorizados por sua forte presença no mundo digital e reconhecidos por sua criatividade e visão de mundo expostas em blogs e perfis em redes sociais.

Os elaboradores da pesquisa aconselham os futuros candidatos a empregos, a pensarem antes de publicar algo em uma rede social, que sempre sejam positivos e construtivos, para considerar uma luta de longo-prazo pelo profissionalismo.

Uma dica para o usuário de como usar o Facebook com mais liberdade, é restringir as publicações de acordo com as listas de amigos. 

Fonte: Site IDG Now

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O consumo discorrido em quatro fases

Para qualquer elaboração de estratégia de marketing é importante conhecer as características que influenciam em uma compra. Existem quatro variáveis que descrevem muito bem as fases de interesse do consumidor. São elas Motivação, Aprendizagem, Crenças e Atitudes.

As Motivações do Consumidor participam do processo de estimular uma pessoa para que ela aja com o intuito de alcançar o objetivo desejado. A teoria mais conhecida é a de Maslow.

Os motivos podem ser classificados como: Biogênicos: são os motivos na busca da satisfação fisiológica, como comida e água. Psicogênicos: necessidades de felicidade, status, convivência social.

O grande desafio do gerente de Marketing está em descobrir quais são os fatores que despertam a motivação no seu público-alvo.

O que faz com que o consumidor se Pode ser algo ligado ao fator: Produto. Ponto de venda. Preço. Promoção. motive na aquisição do bem oferecido?

Percepção O indivíduo motivado está pronto para agir. Mas a forma como se dará essa ação depende de como ele percebe a situação motivacional. As pessoas recebem o mesmo estímulo, mas muitas vezes interpretam diferente, isso é ocasionado por três fases: Atenção seletiva. Distorção seletiva. Retenção seletiva.

Atenção seletiva Uma pessoa comum chega a receber mais de 600 impactos de anúncio num único dia. Consciente ou inconscientemente absorvemos essas chamadas, descartando as que menos nos interessa. O desafio é perceber a que tipos de estímulos respondemos. As maiores probabilidades de repostas estão interligadas aos seguintes fatores:

Os indivíduos têm maiores chances de responder a algum fato cujas necessidades de satisfação sejam atuais. Os indivíduos têm maiores chances de responder aos estímulos que podem prever. Tamanho é documento: os indivíduos têm grandes chances de responder aos estímulos que forem maiores aos habituais.

Distorção seletiva Ela ocorre quando a pessoa percebe o fato de uma forma totalmente diferente do que foi transmitido. Essa distorção, geralmente, está relacionada com as crenças e sentimentos que as pessoas carregam. Quando ocorre uma distorção é muito difícil alguma ação remediadora, considerando-se o caso como perdido.

Retenção seletiva Ela ocorre quando a pessoa retém uma informação. As propagandas que causam um bom impacto têm uma tendência maior para serem memorizados. A propaganda quando bem elabora e executada será sempre lembrada, diminuindo o tempo de exposição e por consequência, custos. Quando ela não é bem feita seu tempo de exposição terá de ser maior para fixar na mente dos consumidores.

Aprendizagem A importância de estudar o conceito de aprendizagem de uma pessoa, por exemplo ao consumir um determinado produto, nós estamos provando e em seguida o que vem a fazer aquele produto. Os profissionais de Marketing têm que observar uma demanda de produtos comprados por impulso que executam força. Ex.: O impulso de ser entendido como um estímulo, uma ação imediata.

Os modelos de aprendizagem cognitivas ( ato de adquirir um conhecimento), de uma forma de aprendizado, que tem uma determinada resposta. Com as teorias, as informações são consideradas de um modo passado, pelas quais as pessoas tenham vivido. Obs.:

Crenças e Atitudes As crenças e atitudes são adquiridas por meio da ação e da aprendizagem. Crença é um pensamento que descreve e sustenta algo para uma pessoa. Atitude é como a resistência de uma pessoa às avaliações favoráveis e desfavoráveis, aos sentimentos emocionais e às tendências de ação em relação a algum projeto ou ideia.

Sem nenhuma dúvida, as empresas estão sempre interessadas em entender e saber quais são as crenças do seu público-alvo, pois por meio delas a pessoa forma a imagem do produto ou serviço que estão no mercado.

A atitude coloca a pessoa em uma situação confortável, pois decidir tomá-la estabelece-se a economia de energia psíquica e física. Em geral, as atitudes passam por três fases, sendo: O Cognitivo: crenças ou a sabedoria/conhecimento. O Afetivo: caráter emocional da circunstância. O Conotativo: intenção de ação.

Fonte: Blog Fatores Psicológicos ,Slide Share

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Pesquisa revela resultado insatisfatório na conversão de vendas no e-commerce

O relatório de Pesquisa de Marketing da empresa iPerceptions, afirma que as empresas precisam analisar e entender as necessidades dos consumidores para conseguir ampliar suas  vendas. Para chegar a essa conclusão, a empresa baseou-se na informação de que apenas 58% dos consumidores que acessaram sites de comercio eletrônico, durante o quarto trimestre de 2011, conseguiram concluir o seu objetivo.

O estudo também mostra que 22% dos entrevistados tinham a intenção de comprar em sua visita, proporção superior aos 16% que afirmaram o mesmo no quarto trimestre de 2010. 

“Embora um índice considerável de abandono seja esperado quando próximo da parte inferior do funil de compra, o fato de que quase metade dos compradores não conseguiu completar o seu propósito da visita é um pouco alarmante”, diz Claude Guay, presidente e CEO da iPerceptions. “Para uma empresa que já fatura US$ 10 milhões em vendas on-line, ver apenas 58% de seus visitantes concluindo seu objetivo significa que ela esteja perdendo um adicional de US$ 7,3 milhões em receita”, completa.

Não encontrar o produto de seu interesse (34%), mercadoria indisponível em estoque (32%), preços confusos (18%) e informações insuficientes sobre os produtos foram os principais motivos do abandono entre os consumidores com intenção de compra.

O relatório é baseado no feedback de 129.563 visitantes de 97 sites de comércio eletrônico localizados em diversos mercados do mundo.

Fonte: Site E-commerce News

 

 

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Estratégia de Marketing para o varejo

A POPAI Brasil é uma associação voltada para Pesquisa de Marketing no varejo que se dedica exclusivamente ao desenvolvimento e valorização da comunicação de marketing ponto de venda. Presente no País desde 1997, a entidade não tem fins lucrativos e reúne todos os players da cadeia, incluindo a indústria de bens e consumo, o varejo, agências de comunicação e fornecedores de materiais para o ponto de venda. Fundada nos Estados Unidos em 1936, está presente em mais de 27 países.

As primeiras atividades de 2012 da associação estão programadas para o primeiro trimestre e estão associadas a pesquisas sobre o Comportamento do Consumidor. As pesquisas terão foco no canal farma e no canal pequeno varejo, que inclui mercadinhos, padarias e conveniência.

As novidades para a realização destas novas pesquisas são o direcionamento, ampliação da base de shoppings pesquisados e os métodos utilizados para concepção dos estudos, com a aplicação de pesquisas qualitativas, em cada uma das 10 cidades pesquisadas, com utilização de focus group, que consiste na reunião de consumidores para avaliação dos fatores motivadores de compra e da escolha do canal e aplicação de questionários quantitativos.

A entidade é responsável pelo Prêmio POPAI Brasil, principal premiação do marketing no ponto de venda. Criado em 1999, o objetivo é reconhecer e homenagear os melhores trabalhos de marketing no ponto de venda, ressaltando os displays, campanhas promocionais e demais peças de comunicação direcionadas aos pontos de venda. O POPAI Brasil também elabora as principais pesquisas e análises de mercado sobre o comportamento do shopper no ponto de venda.

Fonte: Portal Fator Brasil.

 

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